Quem seleciona para uma vaga de entrada não espera uma lista de empregos. Espera sinais de que você aparece no horário, termina o que começa e aprende rápido. Esses sinais existem na sua vida de estudante; o currículo precisa mostrá-los com fatos.
Formação primeiro. No exemplo, a formação vem logo depois do resumo, antes das experiências. Informe a escola ou faculdade, o curso, o período ou turno e a previsão de conclusão. O turno importa: a empresa precisa saber em que horário você pode trabalhar.
Cursos com carga horária. “Excel intermediário (40 h), SENAI, 2025” diz o que você sabe e quanto estudou. Cursos gratuitos de instituições conhecidas valem tanto quanto os pagos.
Experiência não é só emprego. Trabalho voluntário, grêmio estudantil, monitoria, organização de eventos, ajuda no comércio da família, entregas, aulas particulares. Escreva como escreveria um emprego: o que era, quando foi e o que você fez, com número sempre que tiver. “Controlei o caixa da cantina do grêmio, com fechamento semanal em planilha” mostra responsabilidade com dinheiro e uso de planilha.
Resumo com objetivo e disponibilidade. Duas ou três frases: o que estuda, o que já fez de relevante e que tipo de vaga procura. Termine com os horários em que pode trabalhar.
Competências que você consegue demonstrar. Em vez de “proativa e comunicativa”, liste o que pode ser testado: Excel com fórmulas, digitação, atendimento ao público, inglês básico.